“Eu não sei, mas acho que a gente olha e pensa: “Quero pra mim”. Mas dá um frio na barriga, um tremor, um medo de depender de alguém, de sofrer, de escolher errado, de lutar por algo que não vale a pena. Porque o coração nem sempre é mocinho. Foi por isso que corri, tentei fugir, mas quando tem que ser, não adianta, será.”
“Sou sentimental, sei disso. Sou dependente e boba, sei disso também.”
“Hoje eu acordei com medo, mas não chorei, nem reclamei abrigo. Do escuro, eu via o infinito sem presente, passado ou futuro. Senti um abraço forte, já não era medo, era uma coisa sua que ficou em mim e que não tem fim.”
“Enquanto os otários se acham, os valores se perdem.”
— Emicida.